|
|
 |
Busca |
|
Faça sua pesquisa na Internet:
|
 |
|
Aliados da base de apoio ao governador-candidato Mendonça Filho (PFL), mesmo não citando nomes e seguindo a postura do pefelista, que esquivou-se de analisar eventuais erros na campanha derrotada à reeleição, deixaram claro que, passada a ressaca eleitoral, a roupa suja será lavada.
» Campos é eleito governador de PE
» Confira perfil do governador eleito
» Comente a vitória de Eduardo Campos
O senador Sérgio Guerra (PSDB), coordenador nacional da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência, disse que foram várias as razões que levaram à derrota, mas não quis detalhar. "Perdemos por razões diversas: questões internas de aliança, que não me cabe agora analisar. A nacionalização da campanha foi uma variável importante, mas tivemos outras que vamos discutir internamente", resumiu, endossando as palavras de Mendonça Filho de que o eleitor pernambucano elegeu Eduardo Campos (PSB) por seu alinhamento com o presidente Lula (PT), o que teria nacionalizado a campanha em Pernambuco.
O deputado federal Carlos Eduardo Cadoca (PMDB) seguiu o mesmo caminho do senador tucano. "O governador já falou tudo. Não vamos falar disso (dos erros) agora. Vamos ter a oportunidade discutir internamente", disse o deputado federal reeleito Carlos Eduardo Cadoca (PMDB).
Já o deputado federal reeleito Raul Jungmann (PPS), deu a sua versão para a derrota da União Por Pernambuco (PMDB, PFL, PSDB, PPS). "A campanha teve três problemas: uma fadiga pelos oito anos de governo, não assumir a candidatura de Alckmin (PSDB) e não mudar a estratégia para o segundo turno", considerou.
Tanto Cadoca, quanto Jungmann, acreditam que o futuro da União Por Pernambuco passa por uma revisão na forma de fazer política. "Saindo do governo, temos que avaliar nosso paradigma", declarou Cadoca. "Temos que depender menos de governos e fazer política na planície, em sintonia com a sociedade", considerou Jungmann.
|