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O chefe de fiscalização da Justiça Eleitoral em Campo Grande, Nelson Ozuma, recolheu neste sábado exemplares de três adesivos pró-Lula com militantes petistas. A Justiça mandou servidores aos locais de concentração da campanha neste segundo turno, na Avenida Afonso Pena, para verificar se havia distribuição de material irregular.
» TSE proíbe veiculação de adesivos alusivos à deficiência de Lula
O material não trazia a identificação da gráfica e o CNPJ da campanha, como manda a lei. Um deles fazia alusão à deficiência de Lula na mão esquerda, o que também foi vetado pela Justiça Eleitoral. Os fiscais recolheram apenas exemplares com eleitores, o material não foi encontrado com os cabos eleitorais que distribuíam adesivos no centro.
Dois adesivos têm a imagem de um tucano com um sinal de proibido e as seguintes frases - "Lula, a praga dos tucanos", e "Ai que Palckmin deram". Outro adesivo trazia a faixa presidencial e os 4 dedos do presidente com a frase "Lula, a faixa é nossa". Na aglomeração tucana não foram encontrados materiais irregulares.
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