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Bahia
Quinta, 26 de outubro de 2006, 19h46 
Disputa pela presidência da AL-BA já está acirrada
 
Maria Lina
 
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Aumenta o número de parlamentares interessados em assumir a presidência da Assembléia Legislativa (AL) da Bahia. Além do PFL, rival declarado do PT e maior bancada da casa, que tentará levar a melhor nessa escolha, partidos que o apoiaram e outros que integram a base aliada petista, do governador eleito Jaques Wagner, lançam seus próprios candidatos, sinalizando uma disputa acirrada.

O PCdoB, com apenas três deputados reeleitos, foi o primeiro a dar as cartas, e lançou a candidatura do deputado Edson Pimenta. O parlamentar confirma o seu nome e declara ter condição de exercer a função, ressaltando que durante toda a legislatura teve atuação decisiva junto à Mesa Diretora da casa, onde ocupou o cargo de 3º secretário.

Quanto ao fato do seu partido, mesmo fazendo parte da coligação, ir de encontro às perspectivas de Wagner, de eleger um petista para o comando da AL, ele diz que "Wagner, durante toda a sua campanha, falou da necessidade de ouvir os poderes. Espero contar com o apoio dele".

O PDT, com o apoio do PRTB e PSC, também já anunciou que vai entrar no páreo. O escolhido foi, surpreendentemente, o deputado Roberto Carlos, que há menos de um mês disse que, se fosse preciso, iria contrariar os interesses do partido para apoiar, no segundo turno, o time de Wagner e Lula, e o fez. Dentre os petistas já são três os nomes colocados: Waldenor Pereira, Zilton Rocha e Yulo Oiticica.
 

Agência Nordeste

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