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O senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) quer que o Supremo Tribunal Federal (STF) dê celeridade no julgamento do recurso interposto pelo desembargador Carlos Alberto Dultra Cintra contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o impediu de exercer, por dois mandatos consecutivos, a presidência do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA).
Afastado do TRE por decisão do TSE, que acatou um pedido de liminar encaminhado pelo PFL, Cintra conseguiu por meio de outra liminar, no STF, voltar ao Tribunal como vice-presidente e, nesta semana, em razão da aposentadoria da desembargadora Ruth Pondé, que respondia pela Corte eleitoral desde o afastamento do magistrado, estabeleceu-se a vacância da presidência e Cintra reassumiu a presidência, porém, interinamente.
Ele deverá conduzir o processo eleitoral no Estado neste segundo turno. "Tenho visto alguns absurdos, inclusive decisões praticamente unânimes do TSE serem mal interpretadas ou interpretadas de modo diferente pelo Supremo. Claro que é um direito do Supremo fazer a interpretação, quando há recursos para aquela corte. Entretanto, não é um direito protelar, sem nenhuma razão, por mais de 30, 40, 50 dias um assunto que deveria ter sido resolvido talvez em três ou quatro dias", disse Antonio Carlos, que é inimigo político do desembargador. Para ACM, o TRE da Bahia está sem presidente.
ACM pede pressa a STF e questiona decisão do TSE
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