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O PFL da Bahia promoveu ontem, no município de Santa Maria da Vitória, no oeste do Estado, o último encontro com lideranças políticas do interior para fortalecer a candidatura à Presidência de Geraldo Alckmin, da coligação Por um Brasil Decente (PSDB/PFL). O evento reuniu cerca de 500 pessoas, entre prefeitos da região, ex-prefeitos, vereadores, secretários municipais e lideranças comunitárias, de acordo com o Correio da Bahia.
A reunião, que aconteceu no auditório da Faculdade de Ciência e Tecnologia (Facit), foi comandada pelo senador Antonio Carlos Magalhães (PFL) e o governador Paulo Souto (PFL). Também estiveram presentes o vice-governador Eraldo Tinoco (PFL), os senadores César Borges (PFL) e Rodolpho Tourinho (PFL), o deputado federal José Rocha (PFL) e a deputada estadual Antônia Pedrosa (PRP).
No total, o PFL promoveu seis reuniões com lideranças para fortalecer a candidatura de Alckmin no Estado. Além de Santa Maria da Vitória, aconteceram reuniões também em Feira de Santana, Alagoinhas, Itabuna, Vitória da Conquista e Xique-Xique. Em todas, ACM e Paulo Souto marcaram presença, com o objetivo de mostrar às lideranças o quanto a vitória do tucano será importante para a Bahia.
Nos encontros, ACM ressaltou que, ao contrário do que fez o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Alckmin não vai retaliar a Bahia. Além disso, o tucano, frisou o líder político baiano, tem compromissos municipalistas, já assegurou que vai aumentar o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) - o que Lula não fez, apesar de ter prometido.
"Lula já teve sua chance de governar e mergulhou o País em sucessivos escândalos de corrupção", disse o senador baiano, que também conclamou as lideranças, principalmente os prefeitos, a se unirem em prol da volta do carlismo nas eleições de 2008 e 2010. ACM alertou ainda que não vai permitir que o governador eleito, Jaques Wagner, discrimine os municípios administrados pelo PFL, como fez Lula. "Se fizer isso, não vamos deixar que se vote nada na Assembléia", advertiu.
Paulo Souto também disse às lideranças que Alckmin é o melhor candidato para a Bahia. "Temos de pensar na Bahia que se modernizou, que se qualificou, que tem sido um grande exemplo para o Brasil, para que tudo isso nos faça mais fortes para que continuemos lutando, na campanha, para eleger Alckmin, e depois da campanha. É um dever de todos nós reunir forças para enfrentar essa eleição".
Para Alberto Muniz (PFL), ex-prefeito de Utinga e responsável por contatar as lideranças nas seis reuniões, os eventos cumpriram o objetivo. "Conseguimos estimular nossas lideranças, que agora vão pedir votos para Alckmin até terminar a eleição. Não será fácil, mas não vamos deixar o resultado na Bahia nos abater agora, porque precisamos pensar no futuro do Estado", declarou.
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