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O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) começou nesta segunda-feira a ouvir testemunhas no processo em que o governador reeleito do Estado Waldez Góes (PDT) é denunciado por crime eleitoral. A ação ajuizada pelo Ministério Público Estadual acusa o pedetista de utilizar o clube de oficiais da Polícia Militar para reunião de campanha, de enviar mensagens eleitorais ao Comando do Corpo de Bombeiros, da utilização de combustível do Comando Geral da Polícia Militar por civis em campanha eleitoral e de fazer campanha no prédio da vice-governadoria.
O MPE afirma que Waldez Góes utilizou a cúpula da segurança pública para conseguir votos e prédios públicos para reuniões políticas. Além disso, ainda segundo o MPE, há fortes indícios de que veículos particulares eram abastecidos no quartel da Polícia Militar com a finalidade de servirem ao transporte de cabos eleitorais e material de campanha.
O primeiro a ser ouvido foi o tenente-coronel José Furtado Corrêa, preso no final de agosto pelo Comando da Polícia Militar, após constatação do abastecimento ilegal de carros particulares na bomba de combustível do quartel da PM.
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