|
|
 |
Busca |
|
Faça sua pesquisa na Internet:
|
 |
|
O Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) julgou as contas do Psol referentes a 2005. Segundo o relator do processo, o juiz José Alves de Paula, o balanço contábil anual continha irregularidades. O TRE-PI decidiu por unanimidade cancelar o repasse dos recursos do fundo partidário ao Psol pelo período de um ano. O Tribunal mandou suspender o repasse e comunicar ao diretório estadual a decisão da Corte eleitoral. A decisão foi unânime, observando que não houve a abertura de conta especifica para o partido e houve outras irregularidades no balanço contábil.
O movimento informado pelo Psol ao TRE-PI foi de R$ 450. A presidente do diretório estadual do partido, Edna Nascimento, disse que ficou surpresa quando tomou conhecimento do julgamento."Mais estranho é que não recebemos nem um centavo de fundo partidário e 2005 foi o ano que o partido surgiu. Mas acho que deve ter havido divergências. O único compromisso que o partido tinha em 2005 era com o aluguel da sede provisória", explicou a presidente.
Edna Nascimento ainda informou que não recebeu nenhuma notificação do Tribunal sobre o assunto. Até porque não teve repasses do fundo partidário. "Agora é que não vamos ter mesmo, porque existe a cláusula de barreira. Não recebemos nada", assinalou.
Segundo informações do Psol do Piauí, o diretório nacional teve uma verba de R$ 28 mil do fundo partidário para fazer a campanha para presidente e não houve repasse para os Estados. "Mas estamos cientes e vamos tomar as providências. Vamos saber o que houve de divergência e corrigi-las. Senão, vamos recorrer da decisão ao Tribunal Superior Eleitoral", finalizou Edna Nascimento.
|