| Sebastião Bisneto/Futura Press |
 Lu Alckmin condenou ataques do PT à sua família |
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Lu Alckmin, mulher do candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB), condenou hoje os ataques do PT à sua família e atribuiu a atitude ao "desespero" dos petistas, devido ao crescimento da campanha de Alckmin no segundo turno das eleições.
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Datafolha: Lula atinge 60% dos votos válidos
Sob um sol forte e um calor de 38 graus, a ex-primeira-dama paulista participou de caminhada no centro de Teresina (PI), distribuiu "santinhos" e pediu voto para seu marido. Ao falar com a imprensa, Lu Alckmin chamou o governo Lula de "mentiroso" por espalhar inverdades de que o governo de Alckmin irá privatizar as empresas públicas e acabar com o programa Bolsa Família.
Durante a caminhada, Lu Alckmin criticou a matéria publicada no site do PT em que faz ataques a ela, resgatando a polêmica sobre os 400 vestidos doados pelo estilista Rogério Figueiredo, e a sua filha, Sofia, que trabalhou na Daslu, empresa acusada de contrabando em São Paulo.
"O estilista (se referindo a Rogério Figueiredo) foi chamado pelo Ministério Público e desdisse o que disse. Isso para mim já é um assunto encerrado", disse Lu Alckmin, evitando falar sobre o fato. "Sobre a minha filha (Sofia) tenho orgulho dela. Meus três filhos trabalham e ela foi funcionária da Daslu. Não há nenhum problema, não tem sentido falar desse assunto. É desespero do PT, porque o Geraldo está crescendo nas pesquisas", ressaltou a ex-primeira-dama paulista.
Em Teresina, ela desqualificou as pesquisas eleitorais e disse que não acredita nos números do Datafolha, divulgados ontem à noite, em que a diferença de Lula, candidato do PT, para Alckmin já é de 19 pontos. "No primeiro turno, as pesquisas apontavam que Geraldo não chegaria no segundo turno e, no entanto, estamos aqui. Não acredito em pesquisas, acredito que a busca do voto acontece até o último momento", afirmou.
Trajando jeans e uma camiseta azul com amarelo, em que destaca o número 45 e o nome de Geraldo Alckmin, a ex-primeira-dama fez corpo a corpo no centro da cidade, falou com mendigos, deu autógrafos e visitou o Centro Cerâmico do bairro Poty Velho, onde mais de 200 famílias sobrevivem do artesanato do barro. No Piauí, ela visitará ainda a cidade de Parnaíba e Cocal, em que terá reuniões com lideranças políticas e participará de comício. De Teresina, a ex-primeira-dama paulista segue para Campina Grande, na Paraíba.
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