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Terça, 17 de outubro de 2006, 12h51 
Petistas marcam ofensiva com aliados; oposição vai ao TSE
 
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Hoje pela manhã representantes de partidos aliados do PT se reuniram com o coordenador de campanha do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marco Aurélio Garcia, para combinarem uma reação programada ao PSDB, do concorrente Geraldo Alckmin. Enquanto isso, a oposição, formada por Tasso Jereissati (PSDB), Roberto Freire (PPS) e Jorge Bornhausen (PFL) foram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedir a ampliação das investigações sobre o suposto dossiê contra tucanos.

Os presidentes do PSB, Roberto Amaral, e do PCdoB, Renato Rabelo, ao lado do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), decidiram mobilizar os governadores e as bancadas dos partidos na Câmara e no Senado em uma ação coletiva pró-Lula. Para eles, a oposição não tem programa de governo e, por isso, tenta desviar a atenção dos eleitores com o caso do dossiê, segundo informações da rádio CBN.

Marco Aurélio Garcia disse que as declarações da oposição são em virtude do crescimento de Lula e considerou positiva a neutralidade do PDT. Ele evitou falar sobre a declaração do presidente da CPI das sanguessudas, Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ), que disse ter indícios de que o dinheiro teria fonte criminosa.

Já os presidentes do PPS, Roberto Freire, e do PFL, Jorge Bornhausen, o presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati, foram ao TSE para pedir ao corregedor geral que amplie a investigação sobre o suposto beneficio de Lula no caso do dossiê contra políticos tucanos.
 

Redação Terra