ELEIÇÕES 2006
PRESIDENCIAL
ESTADUAIS
 Boletim
Receba as últimas notícias em seu email

 Fale conosco
Participe! Envie suas críticas e sugestões

 Sites relacionados
Eleições 2004


Presidencial
Terça, 17 de outubro de 2006, 08h59 
Dossiê desgasta candidatura de Lula, diz presidente do TSE
 
Últimas de Presidencial
» Lula falhou na participação social, diz especialista
» Stédile diz que reeleição é "extremamente positiva"
» Lula mantém rumo da economia e Mantega na Fazenda
» Contrapartida de apoio de Maggi a Lula prevê cargos federais
Busca
Faça sua pesquisa na Internet:

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Marco Aurélio Mello cobrou resposta sobre o caso da compra do dossiê, que comprovaria o envolvimento dos tucanos Geraldo Alckmin e José Serra com a máfia das ambulâncias. Os documentos teriam sido comprados por petistas por R$ 1,7 milhão. Segundo Mello, o caso provoca "um desgaste muito grande para candidatura do presidente Lula".

Para o presidente do TSE, a resposta sobre as investigações da Polícia Federal (PF) antes das eleições colaborará com a democracia no Brasil. "A eficiência da administração publica pressupõe transparência. O ideal seria o esclarecimento destes fatos e um avanço cultural para que as pessoas tenham o poder de avaliação", afirmou, em entrevista à rádio Jovem Pan.

"Eu defendo a divulgação, a liberdade de expressão, o dever de informar e o direito de ser informado. Só assim podemos informar que vivemos em um Estado democrático", completou.

Cláusula de barreira
O presidente do TSE confirmou que as regras da cláusula de barreira deverão ser mantidas pelo tribunal. "O TSE tende a emprestar maior eficácia possível à lei 9504, que fala sobre a representação desses partidos. E a visão da cláusula deve prevalecer, exigindo que os partidos, para terem acesso ao fundo partidário, recebam 5% do total de votos para deputado em todo País e 2% em nove Estados."

Mello, entretanto, apontou que a fusão dos partidos que não atingiram a votação mínima não é proibida pela lei. "Isso é inafastável porque está na lei. Ela tempera um pouco a cláusula de barreira, permite a fusão (dos partidos) e o surgimento de uma nova sigla. É a lei e é muito bom que observemos o que está na lei, porque só assim avançamos culturalmente", disse.

Debates presidenciais
Marco Aurélio Mello também comentou a campanha presidencial neste segundo turno. Para o presidente do TSE, a troca de ataques entre os candidatos é inevitável a essa altura da disputa.

"O ideal seria a veiculação de idéias e planos de governo, mas quando temos uma disputa, a paixão envolvida quase sempre é exacerbada. Isso faz parte do jogo. O eleitor é que precisa estar atendo e acompanhar o dia a dia da campanha de cada candidato", ponderou.
 

Redação Terra