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O próximo governo do Distrito Federal anunciou, nesta sexta-feira, o perfil da estrutura administrativa. Seis das atuais secretarias serão fundidas, uma será extinta, enquanto outras terão suas funções modificadas. O objetivo da reformulação é economizar cerca de R$ 120 milhões do orçamento da capital federal.
Serão fundidas as secretarias do Meio Ambiente com a de Parques, do Trabalho com a de Assuntos Sindicais e, também, a de Agência com a Secretaria de Desenvolvimento, informou ao telejornal DFTV o coordenador de transição e vice-governador eleito na chapa de José Roberto Arruda, senador Paulo Octávio.
A Secretaria de Fiscalização será extinta. A função de fiscalização volta para as Administrações Regionais. O novo secretário de Comunicação vai acumular a função de porta-voz, cuidar da publicidade do governo e responder também pela comunicação das empresas estatais.
A nova Secretaria de Ação Social vai centralizar todos os programas sociais do DF. Com isso, serão extintas a Agência de Desenvolvimento Social e a Secretaria de Solidariedade. A Secretaria de Segurança deve passar a se chamar Justiça e Cidadania. Uma Secretaria ou Superintendência vai continuar coordenando os trabalhados dos administradores regionais.
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