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Refeito do embate no domingo com um Geraldo Alckmin surpreendentemente agressivo, o presidente Lula partiu ontem para o ataque. Apostou as fichas na desqualificação do discurso do tucano e na associação entre o adversário e as privatizações realizados no governo de Fernando Henrique.
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Em reunião com deputados do PMDB de Minas Gerais, Lula acusou o PSDB de destruir o setor público com a venda de estatais. Antes, criticara a "pequenez" dos argumentos de Alckmin. "Não é só disputa entre dois partidos. São dois projetos", disse Lula aos deputados.
Líderes do PMDB de Minas Gerais foram ao Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente, José Alencar, para entregar a Lula manifesto do diretório estadual em apoio à reeleição. A campanha petista à quer ampliar a vantagem de Lula, que teve um milhão de votos a mais que Alckmin no Estado, e teme o efeito do apoio do governador reeleito, Aécio Neves, sobre a campanha tucana. O encontro foi articulado pelo vice e pelos ministros Hélio Costa e Patrus Ananias. Parte do PMDB mineiro apóia Alckmin.
Lula usou o fato do vice e cinco ministros de serem mineiros para destacar a importância do Estado na gestão.
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