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Quarta, 11 de outubro de 2006, 07h36 
Ato de apoio a Lula reúne Delfim, Timóteo e Frank Aguiar
 
Carmen Munari
 
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou na terça-feira de um ato em um clube de São Paulo que reuniu um grupo eclético de políticos como Delfim Netto, Agnaldo Timóteo, o cantor de forró Frank Aguiar, recém-eleito deputado pelo PTB, a candidata a presidente derrotada Ana Maria Rangel e até o prefeito de Araçariguama (SP), do PFL. Todos tiveram direito a discurso e citação na fala de Lula.

Delfim, candidato derrotado a deputado pelo PMDB após exercer mandatos consecutivos desde 1987 até agora pelo PDS e PP, disse que estava ali para "resistir à volta da política que destruiu este país", citando as crises econômicas de 1998 e 2002, durante o governo tucano do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

O ex-ministro da Fazenda (1967-1974) dos governos militares recebeu vaias e aplausos da platéia e um elogio de Lula — "um dos maiores economistas do país e um dos homens mais fortes da República."

O presidente afirmou ainda que Delfim não se elegeu neste ano porque "foi considerado traidor da sua classe, da elite política... por vingança, porque ele defendia nosso governo e nossa política."

Ainda assim, o presidente lembrou que divergiu da política econômica conduzida pelo ex-ministro, mas reconheceu que, apesar da ditadura, havia crescimento econômico.

O cantor Agnaldo Timóteo, vereador pelo PL paulistano, entoou discurso semelhante aos demais ao declarar no palanque que "essa elite preconceituosa e raivosa está brava com o senhor (Lula) não é por causa de denúncia é porque o senhor não fracassou."

Coube ao prefeito pefelista Carlos Aimar, da pequena Araçariguama (48km de São Paulo), fazer ataques ao governo do PSDB em São Paulo. Disse que enquanto os tucanos privilegiam "uma panela", ele foi recebido por ministros do governo Lula sem que lhe perguntassem a que partido pertencia.

Recém-saída da campanha presidencial, Ana Maria Rangel (PRP) disse que nunca tinha falado para tanta gente. Havia 4 mil pessoas no ato, segundo os organizadores.
 

Reuters

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