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O PMDB e o PSDB vão dividir em Mato Grosso do Sul a coordenação da campanha do presidenciável tucano Geraldo Alckmin neste segundo turno. Pelo PSDB, a coordenação caberá à senadora eleita e vice-prefeita de Campo Grande, Marisa Serrano (PSDB). Já o PMDB indicou o ex-secretário de Planejamento da Prefeitura de Campo Grande, Mário Sérgio Lorenzetto.
As escolhas foram feitas em reunião realizada domingo entre os partidos que apoiaram a candidatura do governador eleito André Puccinelli (PMDB) e reforçadas em outro encontro ontem entre as lideranças partidárias. "O convite para Marisa partiu do Lúdio", informou o deputado estadual Waldir Neves, que preside o PSDB no Estado. De acordo com o jornal Correio do Estado, o presidente de honra do PSDB em Mato Grosso do Sul, senador Lúdio Coelho manifestou o desejo de ver Marisa no comando da campanha dos tucanos no Estado que deu a Alckmin a segunda melhor votação proporcional do Brasil.
Um ato de apoio a Alckmin está previsto para o próximo dia 16, em Campo Grande. A coordenação da campanha do tucano pretende reunir prefeitos, vereadores, candidatos eleitos e não eleitos da coligação que apoiou André e propor um mutirão pró-Alckmin pelo interior do Estado. Caberá a André e ao prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), convidar os demais prefeitos.
Na reunião de ontem ficou definido que cada liderança política terá uma atribuição. Nelsinho e a primeira-dama, Antonieta Trad, terão papel de destaque: ficarão encarregados de fazer a campanha de Alckmin nos bairros da Capital. Como Alckmin tem votos consolidados nas classes A e B, a idéia é ir em busca do apoio da camada mais humildade da população, que vota em Lula por receio de perder os benefícios do Bolsa Família.
Presidente regional do PFL, o deputado federal e vice-governador eleito Murilo Zaiuth disse que na região da Grande Dourados o trabalho já começou: "reunimos na última quinta-feira em Dourados os candidatos a deputados estadual e federal. Vou cuidar do Cone-Sul e Dourados, reunir o pessoal e ir para cima, mobilizar a militância", explicou.
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