|
|
 |
Busca |
|
Faça sua pesquisa na Internet:
|
 |
|
O presidente estadual do PDT de Sergipe, deputado federal João Fontes, participa na próxima quinta, no Rio de Janeiro, de uma ampla reunião do partido entre os integrantes da Executiva Nacional e os presidentes dos diretórios estaduais para discutir a posição da sigla no 2º turno. O PDT apresentou o senador Cristovam Buarque como candidato à Presidência da República, que obteve 2,64% dos votos válidos. Ele irá defender sua posição para que o partido apóie a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) na disputa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Para Fontes, essa escolha terá uma característica plebiscitária. "O povo vai dizer se quer a corrupção institucionalizada no país. Entendo que votar contra o PT, é votar contra um governo que foi marcado pela corrupção e pela incompetência administrativa, que ocasionou o menor crescimento econômico nos últimos anos. Hoje, a taxa de crescimento do Brasil, de 2,3%, é a menor da América Latina", argumenta.
O deputado defende que esse apoio seja condicionado a compromissos que são defendidos pelo PDT e que devem ser absorvidos pelo candidato tucano. "Alckmin deve se comprometer em não dar continuidade à política de privatização do Governo Federal, a fazer uma reforma tributária que desonere o setor produtivo e reduza a cobrança de impostos, como ele vem prometendo na campanha e fez em São Paulo", lista João Fontes.
Para o presidente do PDT em Sergipe, Alckmin também deve se comprometer com o partido em não mandar uma reforma trabalhista para o Congresso Nacional que tire direito dos trabalhadores. Outra proposta que João Fontes irá defender para garantir a aliança é o aumento no repasse do Fundo de Participação dos Municípios, uma reivindicação considerada por ele como justa dos prefeitos.
"É importante ainda que o futuro governo de Alckmin se comprometa com o crescimento do país através de uma política econômica que diminua a taxa de juros, o superávit primário - que oficialmente é 4,25%, mas o governo vem praticando 7% - e crie condições de investimentos para o Brasil em setores fundamentais como a educação, saúde, habitação e segurança pública", propõe Fontes.
|