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Quarta, 27 de setembro de 2006, 19h42  Atualizada às 20h23
Lula afirma que tem "pena" de Alckmin
 
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O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva respondeu nesta quarta-feira ao seu adversário Geraldo Alckmin (PSDB), que declarou que o presidente boliviano Evo Morales manda nele. "Eu fico com pena de um homem que quer ser candidato a presidente da República diz uma sandice desta", respondeu Lula, em entrevista ao Jornal da Record.

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"Eles que se curvaram tantos anos às grandes potências queriam que eu fizesse uma bravata , colocasse o Exército na fronteira, mas nossa arma é o diáologo. Eu sei da situação do presidente e do povo boliviano. Acho que temos que criar uma política de diálogo com os países mais pobres que precisam ajuda. Passou o tempo em que eu ia em porta de fábrica xingar todo mundo. Agora prefiro uma boa conversa, que é bom pra todo mundo", emendou.

O candidato petista afirmou também que tem acontecido um "fenômeno no País", em que nunca a Polícia Federal agiu tanto em investigações de denúncias. Segundo Lula, o governo está fazendo uma política contínua, de "pedra sobre pedra". "Podem denunciar que vamos investigar", afirmou o petista.

Questionado sobre se a prisão de seis pessoas envolvidas no escândalo de compra de um dossiê envolvendo candidatos tucanos causaria impacto em sua candidatura, Lula afirmou que não. "Às vezes me pergunto se o estrago acontece com o presidente ou pra quem pede a prisão", declarou. "A impressão que eu tenho é que há jogada política neste pedaço ai", completou. Sobre o caso do assassinato do prefeito petista Celso Daniel, de Santo André, o candidato afirmou que as suposições de que tenha sido um crime político não existem mais, porque o caso já foi solucionado pela Polícia Federal (PF). "É importante lembrar que eu era oposição, fiz uma carta ao presidente Fernando Henrique, pedi participação da PF, e a conclusão que eles chegaram é que foi um assassinato premeditado dos seqüestradores. A partir daí, a oposição começou a criar uma suspeita atrás de outra suspeita", declarou, afirmando que, no Brasil, "as pessoas não querem a verdade, elas querem criar caso".


 

Redação Terra