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O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, negou nesta tarde que haja um rombo de R$ 1,2 bilhão nas contas públicas do Estado de São Paulo. A informação foi divulgada pela colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo, que teria confirmado o dado com o governador Cláudio Lembo.
» Lembo corta gastos para conter rombo de R$ 1,2 bi
"Haverá ajustes normais de fim de ano, o secretário de Planejamento do Estado já demonstrou isto. Este é o governo que mais investiu: fez o Rodoanel e o Instituto da Mulher", relatou Alckmin. Em caminhada pelo centro de Carapicuíba, região da Grande São Paulo, o candidato cumprimentou eleitores e comerciantes.
Questionado sobre o caso do dossiê, Alckmin disse não acreditar em condescendência da Polícia Federal na investigação, mas ressaltou ser óbvio que não há boa vontade do governo para apurar o caso. "Há pessoas que estão presas que deveriam falar e que não falam. Não vejo por que deixar para depois das eleições", afirmou.
Segundo Alckmin, o escândalo não beneficiou sua candidatura. "Ela já vinha num crescimento importante e campanha se decide perto da data da eleição", disse ele, que tenta evitar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno.
O tucano não quis antecipar sua estratégia para o debate desta quinta-feira na TV Globo, mas espera que o presidente Lula compareça para poder questioná-lo sobre temas que todos querem fazer neste momento. Limitou-se a dizer "assistam ao debate".
Com agências
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