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O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, apresentou propostas para a economia e para educação durante a propaganda eleitoral da TV nesta quinta-feira. Já o candidato Geraldo Alckmin (PSDB) falou sobre segurança e voltou a criticar o caso da compra do dossiê, que comprovaria o envolvimento do tucano e de José Serra, candidato ao governo de São Paulo, com a máfia das ambulâncias. Os documentos seriam comprados por membros do PT.
"Se reeleito, a educação será a minha prioridade máxima". Foi assim que o presidente Lula prometeu aumentar em dez vezes os recursos para educação, ampliar o piso nacional dos professor e expandir os programas já existentes. Segundo o petista, a educação é a base para o crescimento de todos os outros setores da sociedade.
Nesta quinta-feira, Lula também abordou propostas para a economia e para a geração de empregos. "Não há dúvida que o emprego cresce no País, mas ele precisa crescer ainda mais. É também fundamental que o emprego cresça bem distribuído em todas as regiões do País, beneficiando a todos."
"E existem duas maneiras para conseguirmos isso. A primeira é aprofundar algumas medidas econômicas e a segunda é implantar novos projetos e melhorar aqueles que já foram implantados. Ou seja, é não deixar o País parar", completou Lula.
O horário petista destacou ainda o crescimento no poder de compra da população e a redução do índice de desigualdade social para o menor patamar desde o início do levantamento.
O candidato do PSDB Geraldo Alckmin, por sua vez, criticou a atuação de Lula na segurança. "Na eleição passada, o atual pres prometeu mundos e fundos. Disse que segurança era com ele. Mas a verdade é que nos quatro anos ele se omitiu. Mas comigo é diferente. Eu investi, lutei e batalhei. Enfrentei uma luta por dia e é assim que tem que ser."
O programa tucano mostrou problemas de segurança nas fronteiras do País e comparou a atuação dos dois candidatos. "Em quatro anos, o atual presidente construiu apenas um presídio. O Geraldo construiu 75 presídios", disse o narrador.
"O comportamento que todo brasileiro espera de um presidente é unir todo o País no combate ao crime. Com a mesma força que eu combati a criminalidade em São Paulo eu digo que está na hora de o Brasil dizer um basta aos escândalos", finalizou Alckmin.
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