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Terça, 19 de setembro de 2006, 23h27  Atualizada às 23h42
Presidente do TSE rebate críticas e afirma que não pré-julgou Lula
 
Karine Melo
Direto de Brasília
 
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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Marco Arélio, rebateu hoje as críticas de que teria uma opinião política pré-concebida sobre o possível resultado da investigação do envolvimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no "dossiê Serra". O ministro afirmou ontem que existe a possibilidade da impugnação da candidatura de Lula se as denúncias forem comprovadas.

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Marco Aurélio negou que tenha dito que o presidente possa ser condenado: "o que eu disse é que a ordem jurídica submete a todo cidadão". O ministro ressaltou que é preciso haver um julgamento, e não um "justiçamento". Ele disse ainda que seus 20 anos dedicados à Justiça não lhe permitiriam ser precipitado sobre a conclusão de um processo que ainda está "embrionário".

Questionado novamente sobre onde a investigação pode chegar, o ministro afirmou que, "com a procedência da representação por abuso de autoridade ou abuso do poder econômico ou abuso do uso dos meios de comunicação, se chega a cassação".

Marco Aurélio acredita que o País está maduro para este tipo de decisão. Segundo ele, as instituições estão funcionando com absoluta segurança e os órgãos envolvidos na investigação não estão "engajados nesta ou naquela candidatura".

O TSE aceitou hoje representação da coligação do também candidato à Presidência, Geraldo Alckmin, pedindo que fosse investigado o envolvimento de Lula e outros integrantes do governo com o dossiê.
 

Redação Terra