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Em visita à favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, na manhã de hoje, o candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, disse que a estratégia de endurecer as críticas ao presidente e candidadto à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, vem dando certo. Alckmin, no entanto, evita a palavra "endurecer" e defende que está apenas "propondo um combate à corrupção".
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Para ele, o Brasil precisa de um governo ético e eficiente na gestão. "Precisamos de uma melhor política fiscal e empregos para fazer o País crescer", disse. Alckmin acredita que a mudança de direção na campanha refletiu positivamente nas pesquisas e na própria coligação. "A gente percebe no PSDB e na coligação um esforço maior", confessou, destacando que sua margem cresceu em classes com maior instrução. "Acredito que essa tendência vai migrar para os menos favorecidos".
Durante a visita à Rocinha, o candidato observou que a favela "é uma verdadeira cidade" e que seus moradores precisam ter seus terrenos (a maioria de propriedade da União) legalizados. "Esse é o nosso compromisso com as regiões metropolitanas: urbanização, moradia e educação", destacou.
Alckmin prometeu implantar o programa de prevenção à gravidez precoce. Segundo ele, esse mesmo programa reduziu em 28% a gravidze de adolescentes em São Paulo.
O candidato do PSDB também comentou as declarações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que provocaram descontentamento em membros da coligação. Para Alckmin, FHC não é candidato, mas as idéias dele devem ser consideradas, "pois ele foi quem criou as bases do Brasil de hoje".
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