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Sábado, 2 de setembro de 2006, 09h00 
Rádio: enquanto Lula fala de projetos, Alckmin ataca
 
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Geraldo Alckmin, candidato do PSDB à Presidência, dedicou grande parte de seu espaço no horário eleitoral deste sábado para atacar o governo do concorrente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. Alckmin bateu várias vezes em Lula, especialmente por causa dos escândalos de corrupção durante o governo petista. José Maria Eymael (PSDC) também aumentou o tom de repúdio ao Presidente.

O tucano aumentou o tom das críticas à corrupção e falou de um Brasil com mais desenvolvimento e menos imposto. Disse que quando o País tem muita corrupção, as empresas deixam de investir, o que causa desemprego. Segundo Alckmin, instituições sérias como o Banco Mundial decidiram que não vão mais dar financiamento para países corruptos. Isso vai prejudicar o andamentos de obras como metrô, saneamento e esgoto, estradas, enumerou.

O programa contou com locução do apresentador crítica aos projetos de Lula: "a perda do País com corrupção é maior que os gastos com o Bolsa Família" e "o presidente que não controla seus ministros e alega que não viu nada, que não sabe de nada, faz mal para o Brasil. Pense nisso e mude de presidente", sugeriu. Alckmin, que se apresentou como o presidente dos impostos baixos, também falou dos gastos do PT com propaganda. "O atual governo gasto muito e gasta mal. Em vez de gastar mais de R$ 1 bilhão em propaganda, tem que gastar em mais escolas. Em vez de gastar rios de dinheiro com cargos de confiança tem que gastar com água encanada, esgoto, casa, que além de tudo dão emprego".

O candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não fez comentário algum sobre os adversários na corrida eleitoral. Lula (PT). Ao invés disso, destacou o programa Luz Para Todos como prioridade. "Em apenas um mandato era difícil resolver a falta de luz, que era um problema tão grande e atravessou tantos governos. Mas nesses três anos e meio já conseguimos tirar da escuridão mais de três milhões de pessoas e criamos as condições para que até 2008 não exista nenhum brasileiro sem luz em casa", disse. O programa teve depoimento de pessoas favorecidas pelo programa. Outro projeto citado foi o de cisternas, poços que armazenam água da chuva, no semi-árido.

José Maria Eymael (PSDC) disse que "é fácil ser valente em cima de pessoas idosas, como fez o atual presidente, obrigando os aposentados com mais de 90 anos a ir no INSS para provar que estavam vivos". "Eles não votam mais, presidente. Mas merecem respeito. Na hora que o Brasil precisou de um presidente que o defendesse quando o exército boliviano invadiu a Petrobras, o que ele fez? Nada. Nenhuma reação. Como você chamaria alguém que agisse dessa maneira?", provocou.

O candidato que propõe a "revolução da educação", Cristovam Buarque (PDT), falou mal de Lula. "Ele prometeu emprego e não cumpriu, você acha que ele vai fazer revolução na educação?". Cristovam divulgou no rádio visita ao Centro de Solidariedade da Força Sindical e recebeu apoio da instituição, que congrega 2,5 milhões de trabalhadores. O líder sindical do Centro conclamou os trabalhadores a apoiar Cristovam.

Luciano Bivar (PSL) dedicou o programa para falar com os camelôs, os trabalhadores da informalidade. Propôs imposto único sobre cheques para tirá-los da informalidade: "você, camelô, que vive à margem da lei, terá uma vida normal". O candidato não explicou como operacionalizaria a proposta.

Heloísa Helena (Psol) apresentou programa gravado em Rio Preto no embalo dos rodeios, que acontecem na cidade. Disse que ela é a indicada para domar o "touro mensalão" e o "touro da corrupção".

A candidata Ana Maria Rangel (PRP) repetiu o mesmo horário eleitoral da edição anterior.
 

Redação Terra