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Durante comício em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou, na noite de sábado, o rival Geraldo Alckmin e seu partido, PSDB, de darem as costas aos excluídos e nordestinos. Segundo Lula, o tucano - seu principal adversário nas eleições desse ano - não investiu recursos para a população pobre e trabalhou contra projetos sociais do governo federal enquanto governava São Paulo. Procurada pelo portal Terra>, a assessoria de Alckmin disse que o candidato ainda não se pronunciou sobre o assunto.
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Serra: problema na educação é causado por migração
O pronunciamento de Lula contra Alckmin foi um reflexo a respeito de uma declaração do candidato a governador de São Paulo, José Serra (PSDB), sobre a migração de nordestinos no Estado. Segundo o jornal Folha de S.Paulo Serra declarou em entrevista à SPTV, que "diferentemente dos Estados do Sul, que são os que têm melhor situação nos exames, São Paulo tem muita migração. Muita gente que continua chegando, este é um problema". A declaração gerou polêmica e repúdio por parte de Aloizio Mercadante e estudiosos da área, que a classificaram de preconceituosa.
Em Campo Limpo, na zona sul da capital paulista, Lula condenou "o preconceito da elite". Segundo o Estado de S.Paulo, a organização da campanha petista calculou que cerca de 8 mil pessoas foram ver o presidente-candidato no bairro populoso da periferia.
O petista ainda afirmou que, depois de Getúlio Vargas, foi o político que mais cuidou dos pobres. Ele também afirmou ser contra a reeleição, mas que agora que descobriu que pode ajudar os pobres, vai experimentar de novo.
O presidente, à noite, participou de comício em Diadema reuniu 10 mil pessoas, também segundo a organização da campanha petista.
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