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O candidato à Presidência do PSDB, Geraldo Alckmin, durante sabatina ao jornal Estado de S. Paulo, voltou a afirmar hoje que o reforço dos ataques do PPC em São Paulo fazem parte de uma manobra política eleitoreira. "Eles querem jogar a opinião pública contra quem age", afirmou.
"Eles querem interferir no processo eleitoral. Em 2002, já foi assim. Nós criamos o RDD (Regime Disciplinar Diferenciado)", disse em referência a regime rigoroso aplicado a presos. Alckmin também disse que organizações criminosas como o PCC já existiam há muito tempo.
O tucano, em sua fala, relacionou o problema da segurança pública a questões federais e afirmou que é ncessário combater o tráfico de drogas e endurecer a fiscalização na fronteira.
Alckmin isentou o PSDB ou outros partidos pelo seu desempenho positivo ou negativo na campanha eleitoral. "Não me iludo, eleição depende de candidato. Se Alckmin não se reeleger, a culpa é minha", afirmou. "Eu não costumo transferir responsabilidades para terceiros. A responsabilidade pela eleição nacional é minha e quero deixar claríssimo o grande empenho dos companheiros do PSDB", acrescentou.
O candidato ainda criticou a política externa do governo Lula ao afirmar que ele perdeu as negociações com os principais organismos internacionais, a OMC (Organização Mundial do Comércio) e o BID, não avançou na Europa e na Ásia.
Nesta tarde, Alckmin negou que esteja transferindo a coordenação de sua campanha de Brasília para São Paulo. Ele justificou sua presença na cidade nesta semana em função da realização do debate na TV Bandeirantes e da entrevista desta quarta, dia em que tradicionalmente vai a Brasília e faz reuniões como o comando da campanha. "A coordenação continua em Brasília", disse. No entanto, um dos homens mais fortes da organização, o coordenador de comunicação Luiz Gonzalez, fica em São Paulo e ganha cada vez mais importância nos rumos da campanha com a propaganda eleitoral gratuita que teve início na terça-feira.
O jornal Estado de S.Paulo vai entrevistar também os candidatos Cristovam Buarque (PDT) e Heloísa Helena (PSOL). O presidente Lula comunicou que não comparecerá.
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