ELEIÇÕES 2006
PRESIDENCIAL
ESTADUAIS
 Boletim
Receba as últimas notícias em seu email

 Fale conosco
Participe! Envie suas críticas e sugestões

 Sites relacionados
Eleições 2004


Presidencial
Segunda, 7 de agosto de 2006, 17h55  Atualizada às 18h07
Alckmin vincula ataques de SP a momento eleitoral
 
Últimas de Presidencial
» Lula falhou na participação social, diz especialista
» Stédile diz que reeleição é "extremamente positiva"
» Lula mantém rumo da economia e Mantega na Fazenda
» Contrapartida de apoio de Maggi a Lula prevê cargos federais
Busca
Faça sua pesquisa na Internet:

O candidato do PSDB à Presidência Geraldo Alckmin levantou suspeitas nesta segunda-feira sobre a orientação da nova onda de ataques que atingiu São Paulo e insinuou que a violência tem motivação política.

» Mande fotos e notícias e participe do vc repórter
» Assista: PCC retoma ataques em SP
» Granada atinge MP de SP
» Onda de violência teve 27 ataques

"É uma coincidência a motivação desses ataques. Não tem a menor lógica. Ladrão quer dinheiro e o menor risco possível. O que que o ladrão ganha dando tiro em posto de gasolina, na polícia, jogando bomba numa vidraça, queimando ônibus? Que é estranho, é estranho. Precisa ser investigado quais são as causas que estão por trás disso", disse Alckmin a jornalistas logo após desembarcar no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, vindo de São Paulo. Para o ex-governador de São Paulo, "é estranho que isso aconteça em época eleitoral", disse, sem citar a que interesse político os bandidos ou a fação criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) estariam servindo.

"Não tenho essa informação", declarou o tucano ao ser questionado se consideraria possível um acordo entre integrantes do PCC e o PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na última onda de violência, em julho, o presidente do PFL, Jorge Bornhausen, disse haver indícios dessa vinculação, o que foi duramente desmentido pelo PT e pelo presidente Lula.

Nesta noite, Alckmin dará entrevistas no Jornal Nacional, da TV Globo, e na GloboNews e amanhã passa o dia no Rio de Janeiro.

O tucano lamentou a terceira onda de ataques no Estado somente este ano e manifestou apoio ao governador Cláudio Lembo (PFL). "É evidente que isso é para criar pânico, para gerar notícia, para fazer o governo recuar. Assumindo a Presidência não vou me omitir. Segurança pública é um problema no Brasil inteiro", completou Alckmin.

Ele acusou o governo federal de não cumprir um acordo de repassar R$ 100 milhões à Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. "O governo federal pode ajudar, repassando esses recursos e retirando 1,5 mil presos federais dos presídios de São Paulo", disse Alckmin descartando a necessidade de uma intervenção federal do governo federal no Estado.
 

Reuters

Reuters Limited - todos os direitos reservados. Clique aqui para limitações e restrições ao uso.