ELEIÇÕES 2006
PRESIDENCIAL
ESTADUAIS
 Boletim
Receba as últimas notícias em seu email

 Fale conosco
Participe! Envie suas críticas e sugestões

 Sites relacionados
Eleições 2004


Rio de Janeiro
Sexta, 28 de julho de 2006, 22h28 
Eduardo Paes ataca adversários e critica "voto útil"
 
Últimas de Rio de Janeiro
» Cabral quer se encontrar com Cesar Maia
» Cabral diz que resolverá problemas do RJ antes da mídia mostrar
» Rodrigo Maia faz balanço negativo sobre aliança PFL/PSDB
» Conheça Sérgio Cabral, governador eleito no RJ
Busca
Faça sua pesquisa na Internet:

O candidato do PSDB ao governo do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, elevou nesta sexta-feira o tom das críticas aos seus adversários e criticou o "voto útil" contra o candidato da Igreja Universal (Marcelo Crivella). Em almoço na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o tucano anunciou que será mais incisivo ao apontar os problemas de seus adversários.

» Leia mais notícias do jornal O Dia

"É fundamental que as pessoas ativem o processo eleitoral. Não dá para fazer voto útil no primeiro turno, com medo de que a Igreja Universal vá tomar conta do estado do Rio. Também não adianta dizer que o candidato do PMDB (Sérgio Cabral Filho) é menos pior, que não é continuidade do que está aí", disse.

Segundo ele, Cabral procurar afirmar ou não suas ligações com o casal Garotinho de acordo com a conveniência. "O candidato da continuidade deste governo consegue ser Garotinho de Maricá para cima. De Maricá até de Santa Cruz ele não é. De Santa Cruz para baixo é Garotinho de novo. Chega até Caxias sem ser Garotinho e quando sobe a Serra vira Garotinho de novo", definiu.

Paes também falou sobre a candidata do PPS, Denise Frossard. "Do outro lado temos a salvadora da pátria. A mulher que veio para nos salvar porque conhece as raízes do crime. Há 16 anos atrás proferiu uma sentença ¿ o que não era mais do que sua obrigação ¿ e de lá para cá não fez mais absolutamente nada. Eu não poderia deixar a eleição passar e ficar indiferente olhando estas alternativas", expressou.

No encontro com emrpesários, Paes apontou ainda o que considera as principais deficiências de instituições como a Cedae e a Feema, e criticou o perfil destes órgãos, sucateados devido à politização da gestão estadual. "A Cedae é hoje um covil de ladrões. Eu tive oportunidade de investigar o fundo de pensão no último ano e vi o rombo de R$ 300 milhões que deixaram", apontou.
 

Redação Terra