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O ex-governador de São Paulo e candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, voltou a criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste sábado, durante convenção do PFL-SP. De acordo com o tucano, a invasão da Câmara dos Deputados na última terça-feira não aconteceu "por acaso" e teria sido motivada pela falta de autoridade do presidente Lula.
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"É óbvio que essas coisas não são coincidência", disse Alckmin em relação aos atos de vandalismo. O tucano se referiu a notícias veiculadas pela imprensa que afirmaram que o Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST) teria recebido dinheiro do governo federal por meio do Incra. "Eles invadiram o prédio do Ministério da Fazenda (em 2005) e dias depois entrou R$ 1,9 milhão na conta da entidade", disse ele, de acordo com a rádio CBN.
Alckmin participou da convenção estadual do PFL de São Paulo, na Assembléia Legislativa do Estado. No encontro, o PFL paulista oficializou a aliança com o PSDB na chapa do tucano José Serra ao governo do Estado.
Serra também aproveitou o encontro para criticar o governo Lula. Ele afirmou que Alckmin tem a missão de "abrir as portas da esperança para o País", caso assuma o palácio do Planalto. Segundo Serra, a gestão petista comete erros na economia e se vale de efeitos de marketing na área social.
Os dois partidos, no entanto, ainda não definiram qual o espaço que o PFL terá na coligação. O nome mais indicado para concorrer a vice-governador é o pefelista Guilherme Afif Domingos, mas a definição final deve ocorrer somente no final do mês. Caso não tenha o nome indicado para a chapa, Domingos deve concorrer a senador.
Além de Alckmin, estavam presentes à convenção o ex-prefeito José Serra, o presidente nacional do PFL, senador Jorge Bornhausen, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o governador de São Paulo, Cláudio Lembo, e o deputado Rodrigo Maia (RJ).
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