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São Paulo
Sábado, 1 de janeiro de 2005, 19h21 
Serra assume e reclama das finanças da prefeitura
 
Reinaldo Marques/Terra
Serra criticou  a situação financeira da prefeitura.
Serra criticou a situação financeira da prefeitura.
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O novo prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), garantiu, em seu discurso de posse, que irá governar sem fazer qualquer distinção. Serra criticou a situação financeira da prefeitura e prometeu priorizar inicialmente a saúde e a educação básica.

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    "Para mim não existe bairro que votou em A ou bairro que votou em B. Existe a cidade inteira, com suas virtudes e defeitos, com suas carências e seus problemas", disse Serra. Na eleição, Serra venceu com folga nos bairros de renda mais alta, enquanto a prefeita Marta Suplicy (PT), que tentava a reeleição, saiu amplamente vitoriosa nas regiões mais pobres da cidade.

    "Começando pelos serviços de saúde e educação fundamental, nosso governo subirá encostas e descerá até a beira dos córregos", acrescentou o tucano. Serra admitiu, no entanto, que a delicada situação financeira da prefeitura é um complicador, mas se mostrou otimista em relação à ajuda do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    "Tenho consciência que a situação que vamos encontrar é difícil, principalmente, mas não apenas, do ponto de vista financeiro", disse. "A prefeitura está sem dinheiro, isso é bastante evidente, gastou mais do que podia, comprometeu-se além da conta e cumpriu aquém do razoável." O prefeito fez questão, porém de pedir que não vissem o comentário "como uma crítica, é apenas uma constatação".

    Um pouco antes, agradeceu a presença do amigo e ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, que representou Lula na cerimônia, como um simbolismo do "ponto de partida da relação cooperativa entre o governo federal e nossa administração na cidade de São Paulo".
     

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    Reuters

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