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Eleições
Quarta, 30 de outubro de 2002, 10h19 
Jornais internacionais destacam crise do Brasil
 
Reuters
FHC e Lula se abraçam no Palácio do Planalto.
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A crise brasileira e os desafios do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva são destaque na edição de hoje dos principais jornais e revistas do mundo. Eles abordam as dúvidas sobre a nova política econômica de Lula, a apreensão do mercado financeiro e a indefinição sobre as negociações da Área de Livre Comércio das Américas (Alca).

O Brasil é o assunto do editorial do The Washington Post, principal jornal da capital dos Estados Unidos. O artigo diz que a eleição de Lula ameaça "uma década de reforma consistente que tem sido feita no País" e "pode marcar uma virada histórica na América Latina". O jornal acredita que se o presidente eleito se rebelar contra contra a "ortodoxia econômica, ele confirmará os piores medos dos investidores, que elevarão a taxa de juros ainda mais e desencadearão uma moratória da dívida".

O jornal de economia britânico Financial Times diz que o anúncio de Antônio Palocci como coordenador da equipe de transição não conseguiu reverter a desvalorização do Real. O jornal afirma que nenhum dos pronunciamentos de Lula foram suficientes para satisfazer o mercado e reverter a alta do dólar.

O El Clarin, da Argentina, destaca o início do processo de transição no Brasil e diz que Lula não pretende governar junto com Fernando Henrique Cardoso até o fim do ano. O jornal também entrevistou analistas econômicos que acreditam que haverá turbulências cada vez mais fortes na economia brasileira.

Uma reportagem do The New York Times mostra as diferenças entre Brasil e os Estados Unidos e a dificuldade de criação da Área de Livre Comércio (Alca). O jornal lembra a declaração de Lula durante a campanha de que a criação da Alca seria equivalente a uma "anexação do Brasil aos Estados Unidos." Conforme a reportagem, o acordo sofre restrições não só de Lula, mas de setores importantes da economia, como empresários e grandes agricultores.

Em outro artigo, o mesmo jornal aponta o sucesso do Tribunal Superior Eleitoral nas eleições brasileiras. Com o título "Brazil dá exemplo ao informatizar eleições nacionais", o The New York Times diz que apesar de ter voto obrigatório, mais pessoas morando em áreas rurais e taxa mais alta de analfabetismo do que os Estados Unidos, o resultado da apuração no País foi anunciado em poucas horas.

O semanário britânico The Economist, que no primeiro turno já havia estampado Lula na sua capa, agora pergunta em seu artigo "O que a vitória de Lula vai significar?" A revista afirma que o novo presidente ficará dividido entre seus eleitores - a quem prometeu mudanças sociais - e o Fundo Monetário Internacional (FMI) - que espera logo uma resposta de Lula sobre os rumos da economia.
 

Redação Terra