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Partido da Frente Liberal
Terça, 29 de outubro de 2002, 21h03 
Inocêncio diverge do PT sobre salário mínimo e IR
 
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O líder do PFL na Câmara, Inocêncio Oliveira (PE), está disposto a embaraçar o governo do PT antes mesmo de o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva assumir o cargo em janeiro.

O deputado disse ser muito difícil concordar com a posição acenada pelo PT sobre Imposto de Renda e salário mínimo. Hoje, petistas admitiram que talvez seja necessário manter em 27,5% a alíquota de IR e difícil reajustar o salário mínimo para R$ 240. "Tenho grande dificuldade de votar os 27,5% e muita dificuldade de não votar esse salário mínimo de R$ 240", afirmou o pefelista.

O PT votou contra o aumento de 25% para 27,5% da alíquota máxima do Imposto de Renda e defendeu, neste ano, o aumento para R$ 240 do salário mínimo, durante a discussão da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2003.

Agora, no entanto, com o início das discussões do orçamento do ano que vem, o PT já admite que a escassez de recursos talvez implique prorrogar a alíquota de 27,5% do IR e um reajuste menor para o salário mínimo. "O PT mostrou que oposição é um discurso e governo é outro totalmente diferente", declarou Inocêncio. Segundo ele, o PFL vai fazer oposição ao governo de Lula. Inocêncio até já tem um papel definido para si em 2003: "Pretendo ser o grande líder da oposição".
 

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