Notícias Eleições Presidência Luiz Inácio Lula da Silva


 boletim tempo SMS fale conosco  

Capa
Notícias
Candidatos
Estados
Jornal do Terra
Pesquisas
Transição 2002
Urna eletrônica
 Últimas eleições
2002
2000
1998
Outras Eleições

 Sites relacionados
TSE
TREs
Partidos

 Fale conosco
Escreva com críticas e sugestões
Presidência
Terça, 29 de outubro de 2002, 08h20 
Combate à fome exigirá até R$ 6 bilhões anuais
 
Veja também
Galeria de Fotos
» Primeiro encontro de FHC e Lula
Notícias
» Visita de Lula a Brasília frustra expectativa sobre ministério
» Lula anuncia que Palocci coordenará equipe de transição
» Saiba quem é Antônio Palocci
» Os nomes da equipe do PT
» Quem integra a equipe do governo
» Conselho vai traçar programas sociais
» FHC deixa inflação sob controle e dívida alta
» Frases de Lula depois de eleito
Links
» Transição 2002: Lula vai tentar atrasar anúncio de ministério
» Biografia de Lula
Últimas sobre Luiz Inácio Lula da Silva
» Lula se reúne com aliados para discutir governo
» Ronaldinho e ONU ajudarão no combate à fome
» Gushiken cuidará da Previdência na transição
» Lula pode ganhar título de doutor pela UFPE
Busca
Faça sua pesquisa na Internet:

O coordenador do programa de combate à fome do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, José Graziano da Silva, disse hoje que serão necessários entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões para ações na área. O futuro governo quer garantir já a partir de 2003 três refeições diárias a 10 milhões de famílias que não têm hoje garantido suprimento alimentar básico.

Graziano ponderou, em entrevista ao Bom Dia Brasil, que o fundo de combate à pobreza tem previstos R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões para 2003. Disse que o governo terá de buscar recursos em outras áreas, revendo a alocação orçamentária. Ele é o autor do projeto Fome Zero, que subsidiou o programa de Lula na campanha.

A seca no Nordeste, prevista para voltar com força no começod e 2003, é uma das preocupações. "No Nordeste, vamos estabelecer políticas para recriar as economias locais e dar estímulo para que as pessoas voltem a produzir", disse, descartando apenas ações como distribuição de cestas básicas. Hoje, a maioria das famílias potenciais clientes do programa residem nas maiores regiões metropolitanas.
 

Redação Terra