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O PSB confirmou, em reunião da Executiva Nacional, o apoio ao candidato do PT a presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, no segundo turno. O presidente nacional do partido, Miguel Arraes, disse que o apoio a Lula é incondicional. "Não há exigência nenhuma", afirmou Arraes. Segundo o ex-governador de Pernambuco, o PSB pretende apenas discutir algumas questões programáticas com o PT, com o objetivo de ajustar algumas posições divergentes, sobretudo na área econômica. Em nota oficial, o PSB diz que, caso Lula vença, vai cobrar, entre outras coisas, a implantação de um salário mínimo de R$ 280 - principal bandeira de campanha do presidenciável derrotado Anthony Garotinho -, a não-adesão à Area de Livre Comércio das Américas (Alca) e não obedecer eventuais novas exigências de ajuste fiscal, que o Fundo Monetário Internacional (FMI) possa vir a cobrar. "Não queremos que se imponha sacrifício maior ao povo brasileiro", declarou Garotinho. De acordo com o ex-governador do Rio de Janeiro, Lula e o PT têm demonstrado uma postura supostamente ambígua com relação à Alca e, por isso, este é um dos pontos que o PSB quer discutir com o candidato. Para Garotinho, não há nenhuma diferença entre o discurso de Lula sobre a Alca e o do presidente Fernando Henrique Cardoso.
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