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Os candidatos à Presidência da República poderiam se fazer perguntas livres em alguns blocos e, em outros, elas deveriam ser sobre Saúde, Educação, Emprego, Habitação e Segurança Pública. No entanto, a maioria das perguntas ficou mesmo nas áreas de Saúde e Emprego. O alvo nos dois temas era o mesmo, José Serra. Sua gestão no Ministério da Saúde foi criticada com comentários sobre a dengue, as farmácias, os hospitais. E sua proposta de gerar oito milhões de empregos foi contraposta diversas vezes à existência de 12 milhões de desempregados no governo atual.
A discussão sobre Segurança Pública foi abordada na primeira das duas perguntas feitas pelo mediador, o jornalista da Rede Record Bóris Casoy e não voltou à tona como tema central. Educação só foi citada em uma pergunta de José Serra a Luiz Inácio Lula da Silva sobre as incoerências do PT, em que um dos casos citados foi o posicionamento da bancada petista contrário à criação do Fundo para o Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef), que é mantido e ampliado no programa de Lula. As políticas de Habitação não foram comentadas nem de relance.
As privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso foram outro tema abordado em várias perguntas, nos blocos em que os temas eram livres. Ciro, Serra e Lula se posicionaram contra a venda de estatais na maioria dos casos. O único que não teve a oportunidade de expor suas idéias sobre este tópico foi José Serra.
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