| Rogério Lorenzoni/Redação Terra |
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| O publicitário Nizan Guanaes assistiu atentamente ao debate |
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Das 21h30 à meia-noite deste domingo, o estúdio 1 da TV Bandeirantes, em São Paulo, foi palco de um embate que não foi visto pela audiência de 14 pontos da emissora. Como numa disputa esportiva, palmas, risos, vaias e exclamações irônicas surgiam a cada declaração mais contundente ou bem-humorada de um dos quatro participantes do debate. A mediadora, a jornalista Márcia Peltier, teve de interromper várias vezes o programa para pedir aos presentes que não se manifestassem.
Enquanto os candidatos se esforçaram por manter um clima de tranqüilidade na discussão, nas cadeiras da platéia abarrotada, o clima era tenso. Assessores dos candidatos trocavam olhares reprovadores a cada atitude considerada incorreta pelos adversários.
Cerca de 300 pessoas - entre publicitários, assessores das campanhas de José Serra (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Anthony Garotinho (PSB) e Ciro Gomes (PPS) -, jornalistas e políticos se acomodaram como puderam para acompanhar o programa. Alguns líderes do Congresso, como os senadores Eduardo Suplicy (PT) e Roberto Freire (PPS) e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Michel Temer (PMDB) assistiram a todo o programa em pé ou sentados no chão.
Também atraíram as atenções as presenças do governador de São Paulo e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin, acompanhado da primeira-dama, a mulher de Ciro, a atriz Patricia Pìllar, os candidatos do PT paulista ao Senado, deputado Aloizio Mercadante, e ao governo, deputado José Genoíno, e os publicitários Nizan Guanaes e Duda Mendonça - responsáveis respectivamente pelas campanhas de Serra e Lula.
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