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Presidência
Quarta, 30 de outubro de 2002, 09h56 
Lula diz à CNN que relações com EUA serão normais
 
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"Gracias compañero!". Assim o presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, concluiu a entrevista concedida, com exclusividade para a CNN em Espanhol, ao repórter Jorge Gestoso, na madrugada de ontem. Após vencer as eleições "por maioria esmagadora", diz o jornalista, Lula reiterou, com segurança, que manterá os compromissos internacionais e combaterá a inflação. Ressaltou que não tem "vergonha de dizer que o PT é um partido de esquerda".

"Mas ganhamos as eleições com um leque de alianças mais amplo do que o PT e sabemos que a sociedade tem uma amplitude muito maior do que o PT", disse Lula.

As relações diplomáticas com os EUA também foram alvo da curiosidade da rede americana de TV. Lula garantiu que pretende mantê-las dentro da normalidade. "Queremos manter relações com todos os países do mundo e sabemos que os Estados Unidos são um parceiro preferencial do Brasil e o mais importante parceiro comercial, individualmente. Ou seja, 25% do que vendemos são para lá e 26% vão para a Europa. Queremos estreitar e aperfeiçoar a nossa relação com os Estados Unidos e com a União Européia; queremos aprofundar nossa relação na América Latina, queremos abrir novos espaços, queremos aprofundar relações com a China, com a Índia e com o mundo asiático."

O temor do mercado financeiro quanto às mudanças anunciadas pelo novo governante foi minimizado na entrevista de Lula. "Vamos fazer um governo tentando unificar todos os segmentos da sociedade. No processo eleitoral, conversei muito com empresários, com trabalhadores, com o mercado financeiro, com sem-terra, com proprietários de terra e creio que o governo será capaz de construir um pacto social. Estou tranqüilo e acho que os analistas estrangeiros compreenderão que o Brasil vai ter uma democracia mais sólida, mais participativa. O país está preparado para voltar a crescer, gerar riquezas e empregos para seu povo."
 

Jornal do Brasil