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O governador eleito de Minas, deputado Aécio Neves (PSDB), poderá convidar quatro deputados estaduais e três federais da coligação Minas Unida, formada pelo PSDB, PFL, PPB e PSL para compor o secretariado. Um dos objetivos, disse um assessor do governador eleito, é abrir espaços para suplentes assumirem o mandato na Assembléia Legislativa e na Câmara dos Deputados.
Entre os deputados estaduais cotados para secretários estão Antônio Carlos Andrada, Elbe Brandão e Ermano Batista (todos do PSDB) e Alberto Pinto Coelho (PPB). As secretarias seriam as de Justiça, Governo, Turismo e Casa Civil. Nesse caso, os quatros primeiros suplentes da coligação que exerceriam o mandato são Elmiro Nascimento (PFL), José de Freitas Maia (PSDB), Gustavo Correia (PFL) e Sebastião Costa, também do PFL.
Os deputados federais cotados para secretários são todos do PSDB: Danilo de Castro, presidente do partido, Narcio Rodrigues e Rafael Guerra. Uma das secretarias seria a de Saúde, com o retorno de Rafael Guerra. Ele ocupou a pasta no Governo Eduardo Azeredo e tem todo o apoio do ex-governador para voltar a ocupá-la. Nesse caso, os suplentes que retornariam à Câmara dos Deputados seriam Romel Anísio Jorge (PPB), Cleuber Carneiro (PFL) e Ibrahim Abi-Ackel também do PPB.
Um assessor político do governador Aécio Neves disse que há um lobby muito grande, principalmente do PFL e do PPB, para deputados ocuparem cargos no futuro governo. O PFL estaria empenhado na permanência do deputado Sebastião Costa, líder da bancada, na Assembléia Legislativa. Ele é o quarto suplente e teve 42.668 votos. No PPB, o lobby é para a permanência do deputado Ibrahim Abi-Ackel continuar na Câmara dos Deputados. Ele é o terceiro suplente e teve 61.626 votos.
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