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Na corrida para compor as alianças visando a disputa do segundo turnos da eleição para o Governo do Rio Grande do Norte, a ex-prefeita de Natal, Wilma Maria de Faria (PSB) saiu em vantagem. Ela conseguiu unir em torno de sua candidatura duas forças antagônicas, o PT e o PFL, este último chefiado pelo senador José Agripino Maia, representante de uma das oligarquias que dominam o cenário político do estado há mais de 20 anos.
Outro que aderiu à candidatura Wilma foi o PTB do candidato derrotado ao governo, Fernando Bezerra, que, no entanto, antecipou que não terá condições de engrossar a corrente rumo à vitória do PSB, por já ter agendado uma viagem de descanso. Dos três partidos, o único que não realizou imposições ao PSB, foi o PT. Já PFL e PTB aderiram à Wilma em troca de participação numa futura administração.
O acordo com o PT foi alinhavado sem as dificuldades esperadas. Segundo o presidente do diretório regional da legenda, Fernando Mineiro, o apoio do PSB no plano nacional à candidatura de Lula à Presidência facilitou as ações no campo estadual.
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