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Apesar de ser contra o aborto, o candidato Anthony Garotinho (PSB) não soube dizer se vetaria uma lei que regularizasse a prática caso seja presidente. "Temos que conversar com a sociedade antes de vetar uma lei", disse Garotinho. Ele disse que é contra o aborto porque "a vida começa na concepção e não tenho o direito de tirar a vida de ninguém". O candidato é favorável a existir uma política pública que resolva a questão do aborto, desde que não estimule sua existência.
Sobre o casamento entre homossexuais, o candidato disse ser contra, porque "vai contra a natureza do Brasil" e lembrou que não há nenhum projeto neste sentido no País. Garotinho disse que é favorável à união civil entre pessoas do mesmo sexo, para possibilitar a transferência de bens e contratos civis.
O candidato, que é declaradamente evangélico e freqüenta a igreja presbiteriana, reafirmou hoje que não quer ser presidente dos evangélicos, mas dos brasileiros. "Nos Estados Unidos, a maioria dos presidentes foi de protestantes, só teve um católico. Por que o Brasil não poderia ter um presidente evangélico?", indagou.
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