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Pernambuco
Quarta, 11 de setembro de 2002, 15h21 
Procurador quer que Inocêncio explique trabalho escravo
 
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O procurador da República, Celso Três, encaminhou ontem à Corregedoria Geral da Câmara uma representação contra o deputado Inocêncio Oliveira (PFL-PE). Ele nega as argumentações do advogado do parlamentar, João Agripino Maia, de que não tenha competência para fazer tal representação. "Eu não propus uma ação contra o deputado. Isso sim seria uma atribuição do procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro."

Celso afirmou que seu objetivo é forçar para que Inocêncio explique-se sobre os 58 trabalhadores que foram mantidos em sua fazenda no início do ano, em regime de escravidão. "Eu não acredito que ele venha a ser cassado, mas isso pode atrapalhar seus planos por exemplo, de disputar eleições para presidente da Câmara no ano que vem".

O procurador lembra que qualquer representante do povo pode apresentar ações contra integrantes do poder público. "No caso do Collor (ex-presidente Fernando Collor) por exemplo, a ação foi iniciada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Associação Brasileira de Imprensa (ABI). Se qualquer pessoa do povo pode, porque o procurador da República não?", questiona.

Ele não deve apresentar nenhuma ação por crime de responsabilidade contra o atual ministro do Trabalho, Paulo Jobim, mas acredita que ao divulgar uma nota negando que tenham sido encontrados indícios de trabalho escravo na fazenda de Inocêncio, Paulo Jobim esteja sendo conivente. "Ele está acobertando uma situação que ficou patente através de fotos e depoimentos colhidos pelo procurador-geral do Trabalho, Guilherme Mastrich Basso."
 

JB Online