A presidenta Dilma Rousseff participou de cerimônia alusiva à concessão de 1 milhão de bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni), ao lado dos ministros Fernando Haddad, Aloízio Mercadante, Gleisi Hoffmann e do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP)
Foto: Jose Cruz/Agência Brasil
- Diogo Alcântara
- Direto de Brasília
Em tom de campanha, o ministro da Educação e pré-candidato à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse nesta segunda-feira que vai defender sua biografia e apresentar propostas com base nos "serviços prestados ao País". Para Haddad, que deixará o primeiro escalão do governo federal amanhã, as falhas apresentadas pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não representam um calcanhar de aquiles em sua campanha.
"A juventude aprova o Enem. Eu garanto a vocês que o aluno de escola pública vê no Enem uma oportunidade de acesso. As pessoas reconhecem que é preciso aperfeiçoar, mas reconhecem também que o esforço tem sido grande no sentido da democratização", garantiu o ministro.
Haddad disse que levará os feitos enquanto ministro da Educação para a campanha eleitoral. "Todo mundo vai defender sua biografia legitimamente. Mas mais do que isso, do que apresentar sua biografia, é dizer o que vai fazer pela cidade. O que a cidade quer saber é quais são as propostas de cada candidato, de cada chapa, e se essa pessoa tem serviços prestados ao País na escala que São Paulo exige", acrescentou.
Fernando Haddad deixará o comando do ministério da Educação amanhã, seu sucessor será o atual ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadantes. Ele estará livre para se dedicar exclusivamente à corrida eleitoral pela prefeitura de São Paulo. O atual ministro da Educação contou com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para concorrer ao cargo pelo PT e deverá enfrentar candidatos de peso, como Gabriel Chalita (PMDB) e Guilherme Afif Domingos (PSD).
- Terra
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