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 Roberto Freire diz que deixar vaga de Quércia vazia é erro
08 de setembro de 2010 23h40 atualizado em 09 de setembro de 2010 às 00h19

O presidente do PPS, Roberto Freire, era um dos apoiadores de Serra na plateia. Foto: Fernando Borges/Terra

O presidente do PPS, Roberto Freire, era um dos apoiadores de Serra na plateia
Foto: Fernando Borges/Terra

Vagner Magalhães
Direto de São Paulo

O deputado federal Roberto Freire (PPS) afirmou nesta quarta-feira (8) que a coligação encabeçada pelo PSDB paulista errou ao decidir que a vaga deixada por Orestes Quércia (PMDB) na disputa ao Senado paulista não fosse preenchida por outro candidato.

Freire defende a entrada de sua colega de partido, Soninha Francine, na disputa. Quércia, que está internado no Hospital Sírio Libanês para o tratamento de um câncer de próstata, anunciou a sua retirada da disputa na última segunda-feira (6).

"É um erro deixar essa cadeira de graça. Nós já havíamos proposto o nome de Soninha no início da disputa, mas priorizamos a coligação. Agora, não há razão para que ela não ocupe essa vaga", disse, antes do debate presidencial Estadão/Gazeta.

Freire disse que a ideia não é bem-vinda pelo PSDB, que pretende investir na campanha de Aloysio Nunes Ferreira. "O partido está pensando apenas em si e não na coligação. Não há motivo para a vaga ficar aberta", afirmou.

Redação Terra
  1. O debate Estadão/Gazeta e conta com a participação dos candidatos à presidência Marina Silva (PV), Plínio de Arruda (Psol) e José Serra (PSDB)

    Foto: Fernando Borges/Terra

  2. Em debate mais uma vez sem novidades, candidatos se limitaram às repetições

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  3. Ao chegar ao debate do Estadão/Gazeta, Plínio disse que ausência de Dilma demonstra prepotência e arrogância

    Foto: Fernando Boreges/Terra

  4. Marina disse que, se eleita, daria prioridade aos cidadãos e pediu punição para os responsáveis pela quebra de sigilo

    Foto: Fernando Borges/Terra

  5. Serra ressaltou a importância do debate: ¿vamos ver quem vem e quem não vem.
    Esse é um debate muito importante para o Brasil, para apresentar as ideias dos candidatos¿



    Foto: Fernando Boreges/Terra

  6. Plínio disse que Dilma estava "nervosa pra burro" no debate em que compareceu

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  7. O candidato tucano afirmou que "o governo federal deve comprar essa luta" da segurança pública e que isso não deve ficar por conta dos Estados

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  8. Marina criticou os investimentos dos governos no setor. "O investimento em saneamento básico tanto nesse governo, quanto no passado, foi ínfimo. Uma vergonha"

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  9. Plínio criticou a ausência de Dilma no debate: "é uma falta de respeito com o povo brasileiro"

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  10. A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, não compareceu ao debate desta quarta-feira (8)

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  11. Serra criticou várias vezes Dilma. "Ela terceiriza até o debate de campanha, é o presidente do partido e da República quem falam por ela"

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  12. Serra afirmou que o governo cria o clima propício para os vazamentos. "Cria o clima do Deus morreu: cada um faz o que quer"

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  13. Uma pausa para beber água, após muitas "tiradas" durante o debate. Plínio foi, mais uma vez, destaque em um confronto direto com oponentes

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  14. Plínio disse que a educação deve ser toda pública. "O que resolve é 10% do PIB na educação pública de ponta a ponta. Educação não é comércio, é serviço público"

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  15. Marina criticou a postura de Lula sobre as quebras de sigilos na Receita. "O presidente da República vem a público para dizer que as vítimas não têm nenhuma importância e vem em defesa de sua candidata"

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  16. Marina elogiou os trabalhos com as hidrelétricas no governo do qual fazia parte, mas disse que "a lógica ainda era tratar meio ambiente em oposição ao desenvolvimento"

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  17. O secretário da Cultura de São Paulo, Andrea Matarazzo, assistiu ao debate dos presidenciáveis

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  18. Mônica Serra, mulher do presidenciável tucano, também estava na plateia durante o debate

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  19. Candidato a vice na chapa com José Serra (PSDB), Indio da Costa acompanhou de perto a performance do tucano

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