Em Porto Alegre, Michel Temer se reuniu com prefeitos e candidatos
Foto: Fábio Berriel/Futura Press
- Flavia Bemfica
- Direto de Porto Alegre
O candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pela petista Dilma Rousseff, o deputado Michel Temer (PMDB), minimizou na manhã desta quinta-feira (2), o impacto que os casos de quebra de sigilo fiscal de contribuintes possam ter sobre a campanha da chapa Dilma/Temer. Segundo Temer, não é preciso estratégia de defesa.
"A Dilma não tem nada a ver com essa história. O vazamento é gravíssimo. Eu sou de São Paulo e estas informações são vendidas lá na Rua Santa Efigênia. O grave é que a questão seja tratada só do ponto de vista do foco eleitoral". As declarações foram feitas em Porto Alegre, onde o candidato passará o dia para receber apoio de prefeitos do PMDB gaúcho à chapa Dilma/Temer.
No Rio Grande do Sul, a primeira agenda pública de Temer foi uma coletiva à imprensa, na qual ele falou sobre programa de governo, participação em eventos de campanha e programas na TV.
Questionado sobre ao que atribui os constantes ataques feitos à Dilma e ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva por parte da chapa adversária, encabeçada pelo tucano José Serra, Temer optou pela diplomacia: "em primeiro lugar, quero lançar minha homenagem ao meu colega, o deputado Indio da Costa (DEM) - vice de Serra -, às criticas exageradas que ele faz são em entusiasmo natural. Temos um pouco mais de ponderação. E se eu retrucasse no mesmo tom, a campanha iria para o rumo indesejado pelo eleitorado".
- Especial para Terra




