A candidata do PV à presidência da República, Marina Silva, ao lado de seu vice, Guilherme Leal, apresentou novas diretrizes de seu plano de governo em São Paulo
Foto: Adriana Spaca/Futura Press
- Marsílea Gombata
- Direto de São Paulo
O candidato a vice de Marina Silva (PV), Guilherme Leal, criticou o fisiologismo do Estado e afirmou, durante a apresentação da segunda versão das diretrizes do plano de governo, que o documento da sua candidata é o único a colocar com clareza uma proposta contra o desperdício da máquina pública. "Talvez sejamos uma das candidaturas que colocou com clareza uma meta, não de corte direto, mas de crescimento inferior ao do crescimento do PIB. (...) ao estar sozinha e ao evitar alianças apenas para conseguir minutos de televisão, claramente ela (Marina) se dispõe a fazer política e não propor loteamento do poder, que, muitas vezes induzem a gastos públicos excessivos", afirmou Leal.
O vice de Marina afirmou que pretende reduzir os gastos para a metade da projeção do PIB e reduzir o nível de endividamento do setor público. No documento apresentado, esses pontos são chamados de economia para a sociedade sustentável. "Os gastos crescerão em um patamar inferior ao crescimento projetado do PIB. Será uma proporção equivalente à metade do crescimento do PIB. Isso evitando desperdícios de uma forma geral na máquina pública, baseando em alguns princípios de governança e transparência".
Leal ainda afirmou que a forma como Marina vem fazendo suas alianças, diferentemente de seus adversários, não contribui com o aumento do gasto público. "Atribui-se (o gasto público) à questão do fisiologismo, do loteamento de uma série de práticas políticas, que a candidatura claramente é contrária, que fez com que a Marina optasse pela aliança programática e não pragmática", disse.
- Redação Terra









