Marina Silva (PV) diz que o PT e o PSDB tentaram governar sozinhos e se tornaram o pior do que há no fisiologismo político
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
A candidata a presidência da República pelo PV, Marina Silva, disse nesta segunda-feira (26), durante sabatina promovida pelo portal Terra, ser favorável à vida e defendeu o asilo político concedido pelo governo brasileiro ao ativista italiano Cesare Battisti.
Battisti é antigo membro do grupo de extrema esquerda italiano Proletários Armados pelo Comunismo (PAC) e foi condenado pela participação direta e indireta e em quatro homicídios durante a década de 1970, na Itália.
Indiretamente, Marina contestou aqueles que criticam a decisão do governo brasileiro de manter Battisti no País, considerando a possibilidade de que o ativista seja morto se for entregue ao governo italiano. A candidata afirmou que se o Brasil já concedeu asilo até para ditadores, então, não haveria razões para se criticar a decisão sobre Battisti. "O Brasil está seguindo seus princípios, de sempre acolher quem pede ajuda".
Hugo Chávez
Sobre como seria sua relação com o presidente venezuelano Hugo Chávez, caso seja eleita, a ex-ministra afirmou que a relação deve ser entre Estados. "Não podemos, em nome do alinhamento político, relativizar os princípios", criticou.
Cuba
Marina alertou que o bloqueio econômico exercido pelo governo americano sobre Cuba deve ser levantado para que a ilha consiga ser inserida no plano democrático e "completar a revolução". "Cuba fez a revolução com ganhos para a população. O problema é a democracia", afirmou a candidata que ressaltou não defender críticas proferidas pelo o que classificou de "direita".
- Redação Terra
























