Marcelo Branco, coordenador de redes sociais na internet da campanha de Dilma Rousseff, participou de palestra em Teresina
Foto: Yala Sena/Especial para Terra
- Yala Sena
- Direto de Teresina
O coordenador de redes sociais na internet da campanha de Dilma Rousseff (PT), Marcelo Branco, afirmou em Teresina (PI) que não sabe se a polêmica postagem no Twitter do diretor-presidente do Serpro (serviço de processamento de dados do governo federal) ocorreu durante o expediente. Marcos Mazoni, o diretor em questão, foi acusado pelo jornal Folha de S. Paulo de fazer ato pró Dilma usando a internet em horário de trabalho.
"Eu posso pedir voto pra Dilma, fazer o que quiser, e até xingar o Serra 24 horas por dia. Eu não tenho esse problema", destacou Branco afirmando ainda: "Mandaram mensagem para mim, como milhares que recebo todos os dias. Agora, se foi no horário de expediente eu não sei", disse o coordenador da Dilma se referindo ao caso de Marcos Mazoni.
Marcelo disse na segunda-feira (12) que as pessoas que se comunicam com ele através do Twitter devem ser responsáveis pelo que fazem no microblog. Ele defendeu o cumprimento da legislação eleitoral.
Em palestra organizada para petistas, jornalistas e marqueteiros, Marcelo Branco revelou que os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Paulo Bernardo (Planejamento) são os "mestres" no Twitter. Para Branco, se fosse eleger ou ganhar prêmios por melhor utilizar o microblog os dois ministros seriam escolhidos.
Branco está percorrendo o País com a caravana digital orientando militantes e simpatizantes da campanha da petista sobre o uso da internet. Ele disse que a candidata usa todas as redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut, Youtube e Flickr), mas que a coordenação busca também um espaço para Dilma bater papo com internautas.
Para Branco, a rede social será decisiva para a vitória na eleição e os candidatos devem apostar na interação com o eleitor. O coordenador afirmou que 49% das pessoas nas redes sociais citam a Dilma e que 32% falam de José Serra, candidato do PSDB. "Sendo que 70% falam do Serra negativamente", disse.
- Especial para Terra




