Beto Richa e José Serra fazem caminhada pelas ruas de Curitiba no primeiro dia de campanha
Foto: Denis Ferreira Netto/Futura Press
- Roger Pereira
- Direto de Curitiba
O ex-prefeito de Curitiba Beto Richa (PSDB), candidato ao governo do Paraná, comportou-se como um coadjuvante no seu primeiro dia de campanha. Acompanhado do presidenciável tucano, José Serra, Richa caminhou pelo calçadão do centro de Curitiba, visitou obras do Centro de Referencia de Ação Social no bairro Parolim, a Pastoral da Criança e acompanhou Serra num evento sobre Ação Social, mas pouco falou, deixando para Serra o status de estrela do dia. Richa, porém, disse estar entusiasmado com a largada de sua campanha ao lado de Serra e garantiu que "Curitiba e o Paraná vão dar a resposta que o Serra quer do Estado, garantindo a boa diferença para consolidar Serra como primeiro lugar no Sul do País".
Richa aproveitou o discurso de Serra que prometeu manter o Bolsa Família, para também garantir que manterá e ampliará "os bons programas sociais" do governo atual. "Esse é meu estilo de atuação e é o que fiz na Prefeitura de Curitiba. Não temos a menor necessidade de desfazer ou desmerecer o que os outros fizeram e que a população aprova e avalia muito bem", disse.
Após a iniciar a campanha oficialmente na capital, onde foi prefeito até março deste ano, quando renunciou para o disputar o governo, Richa disse que buscará os votos do interior do Estado, onde é menos conhecido e está atrás de Osmar Dias nas pesquisas de intenção de voto. "A estratégia é continuar o trabalho. Tenho visitado muito o interior e recebido carinho e demonstrações de confiança no nosso trabalho e nas nossas propostas", afirmou.
"Estou animado com a possibilidade concreta de fazer esse projeto vencedor no Paraná. Projeto que atende o interesse de todos os paranaenses com um novo jeito de governar para transformar o Paraná", disse o candidato. Ele prometeu registrar em cartório seu plano de governo que, entre outros itens, destaca o objetivo do "alavancar parcerias público-privadas" e "equacionar concessões de serviços públicos", indo de encontro às propostas estatizantes do PT.
- Especial para Terra









