- Roger Pereira
- Direto de Curitiba
Os quatro candidatos que pontuaram nas últimas pesquisas de intenção de votos registraram no final da tarde desta segunda-feira (5) suas candidaturas e a previsão de gastos com a campanha. O candidato do Psol, Luiz Felipe Bergman, previu gasto de R$ 100 mil, enquanto Osmar Dias (PDT) registrou um teto de R$ 42 milhões para sua campanha. Beto Richa (PSDB) previu gasto máximo de R$ 27 milhões e Paulo Salamuni (PV), R$ 743 mil. De acordo com as pesquisas, Richa e Dias polarizam a disputa pelas intenções de voto somando, juntos, quase 80%, enquanto Bergman e Salamuni têm 1% cada.
As campanhas dos candidatos ao governo de Psol e PV são bem mais modestas, por exemplo, que as campanhas para deputado estadual da coligação de Osmar Dias, que tem PDT, PMDB, PT, PR e PCdoB. O teto para quem concorre à Assembleia Legislativa pela coligação "A União faz um novo Amanhã" é de R$ 3 milhões. A chapa completa foi registrada com 60 candidatos a deputado federal e 108 a deputado estadual. Os dois candidatos ao Senado pela chapa, Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT), têm previsão de gastos de até R$ 15 milhões.
A coligação "Novo Paraná", encabeçada por Beto Richa, com Gustavo Fruet (PSDB) e Ricardo Barros (PP) candidatos ao Senado e outros 14 partidos coligados em dois blocos na proporcional, não informou a previsão de gastos para os demais cargos. No PV, que vai de chapa pura, a estimativa para o candidato ao Senado, Rubens Hering, é dos mesmos R$ 743 mil de Salamuni, enquanto para os candidatos a deputado o teto é de R$ 943 mil.
No Psol, os candidatos ao Senado, Luiz Piva e Valmor Venturini, terão limite de R$ 100 mil cada. Outros R$ 200 mil foram estipulados como limite dos gastos das candidaturas a deputado federal e deputado estadual.
- Especial para Terra




