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 Candidato, Maluf nega que tenha condenação na Justiça
21 de junho de 2010 12h51 atualizado às 14h40

Em convenção estadual do PP, Paulo Maluf discursa durante lançamento da candidatura de Celso Russomano. Foto: Ivan Pacheco/Terra

Em convenção estadual do PP, Paulo Maluf discursa durante lançamento da candidatura de Celso Russomano
Foto: Ivan Pacheco/Terra

Vagner Magalhães
Direto de São Paulo

O deputado Paulo Maluf (PP-SP) afirmou nesta segunda-feira (21), durante a convenção do PP paulista, que é mentira que tenha condenação em última instância e que é elegível na eleição de outubro, quando pretende renovar o seu mandato. Maluf participou do lançamento da candidatura de Celso Russomano ao governo do Estado. A decisão sobre a sua possível candidatura passa pela análise do projeto Ficha Limpa, que impede candidatos que tenham condenação definitiva de se candidatarem a cargos eletivos.

De acordo com Maluf, a sua ficha é a mais limpa do Brasil. "Tenho uma ficha de trabalho, de realização, de 43 anos sem uma condenação. Sou elegível, sou candidato a deputado federal e não tenho nenhuma condenação que me impeça", afirmou. "Sou candidato sim e desejo que a população reconheça aqueles que trabalham para ela", disse.

Sobre o processo que envolve o caso Paulipetro, empresa paulista que perfurou 69 poços na bacia do rio Paraná, a um custo de US$ 300 milhões (em 1980), e não encontrou uma única jazida de petróleo ou gás, Maluf negou que haja condenação definitiva.

"Não tenho condenação também na Paulipetro. Aliás, foi a coisa mais divina que eu fiz na minha vida: dizer que tinha petróleo no Estado de São Paulo. Demorou 25 anos para a Petrobras descobrir, na bacia de Santos, o pré-sal, uma Arábia Saudita lá embaixo. Todos os candidatos do partido são gente de bem", disse.

Maluf informou que o seu partido define até o dia 30 como será a sua coligação no plano nacional. Apesar de ter feito críticas aos últimos governos do PSDB em São Paulo, ele diz que seguirá a decisão do partido.

"Não existe crítica a governo nenhum. Existe crítica a fatos. Eu construí 20 mil km de estradas neste Estado. Quem veio depois construiu pedágio. Eu fiz a melhor educação e a melhor saúde pública. Se eles não conseguiram resolver esses problemas", afirmou. "No plano nacional nós vamos ter a convenção agora no dia 30. Dia 30 o partido vai definir quem vai apoiar".

Russomano disse, por sua vez, que o partido caminha para a neutralidade. "Pretendemos caminhar assim no plano nacional". Quero fazer uma campanha propositiva aqui em São Paulo e mostrar como poderemos resolver os problemas que os outros não fizeram questão de enxergar."

Redação Terra
  1. Paulo Maluf e Celso Russomano durante lançamento de candidatura em São Paulo

    Foto: Ivan Pacheco/Terra

  2. Em convenção do PP, Celso Russomano e Paulo Maluf comemoram oficialização de candidatura ao governo do Estado

    Foto: Ivan Pacheco/Terra

  3. Após convenção do partido, Paulo Maluf e Celso Russomano confraternizam com o público

    Foto: Ivan Pacheco/Terra

  4. Após o evento, deputado Paulo Maluf acena entusiasmado para o público

    Foto: Ivan Pacheco/Terra

  5. Deputado Paulo Maluf (PP-SP) aguarda decisão sobre a sua possível candidatura que passa pela análise do projeto Ficha Limpa

    Foto: Ivan Pacheco/Terra

  6. Candidato ao governo de São Paulo pelo PP, Celso Russomano, em convenção do partido

    Foto: Ivan Pacheco/Terra

  7. Durante convenção do PP, deputado Paulo Maluf discursa em lançamento de candidatura de Celso Russomano

    Foto: Ivan Pacheco/Terra

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