Cuiabá

Domingo, 26 de outubro de 2008, 11h20 Atualizada às 00h20

Wilson Santos vota e pede que seja feita a vontade de Deus

Ao lado da esposa, atual prefeito e candidato à reeleição, Wilson Santos (PSDB) vota em Cuiabá
Ao lado da esposa, atual prefeito e candidato à reeleição, Wilson Santos (PSDB) vota em Cuiabá
Juliana Michaela/Especial para Terra

Juliana Michaela
Direto de Cuiabá

O candidato a reeleição para a prefeitura de Cuiabá (MT), Wilson Santos (PSDB), votou às 8h35 na escola estadual Antonio Pinho Maciel Epaminondas, no baixo Lixeira. Ao contrário do que ocorreu no primeiro turno, Santos não enfrentou filas e votou acompanhado da esposa, Adriana Bussiki, em poucos segundos. No caminho percorrido até a sala de votação, o candidato tucano recebeu abraços e cumprimentos de eleitores e disse desejar que "seja feita a vontade de Deus e do povo de Cuiabá".

Antes de votar, Wilson Santos foi a uma missa acompanhado da esposa e do candidato a vice-prefeito Chico Galindo (PTB), o que provocou um atraso de cerca de meia hora no horário estipulado para a votação. Na igreja, Santos disse ter rezado e pedido paz para sua família e do candidato adversário, Mauro Mendes (PR).

Na saída do local de votação, Santos disse que vai acompanhar a votação da esposa e do vice e depois passará o dia percorrendo os principais locais de votação para saudar os eleitores e fiscalizar o andamento do pleito. Sobre a eventual vitória, disse que só vai se pronunciar após o último voto computado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O candidato disse ainda que esta foi a campanha de mais baixo nível que enfrentou, o que justificaria o elevado número de abstenções no primeiro turno. Ele acredita que, neste segundo turno, o número de votos válidos seja maior já que os candidatos puderam debater mais sobre as propostas.

No mesmo local de votação de Wilson Santos, Antonia Ferreira da Silva, 90 anos, fez questão de votar e manifestar sua escolha. Com dificuldades para enxergar, a senhora disse que esta é a última vez que ela vai votar e que a opção por Santos se deve ao fato de conhecê-lo há muito tempo. "Desde quando ele morava no bairro do Baú", disse.


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