Natal (RN)

Terça, 7 de outubro de 2008, 14h04 Atualizada às 14h04

Em Natal, candidato Cornelson termina em 224º lugar

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Simbolizando trabalhador traído, Cornelson não se elege
Simbolizando trabalhador traído, Cornelson não se elege
Divulgação/Redação Terra

Daniela Uequed
Direto de Porto Alegre

Em Natal (RN), Paulo Renato da Silva (PP), o Cornelson, não conseguiu êxito nestas eleições. Tentando pela segunda vez uma cadeira na Câmara de Vereadores, amargou um 224º lugar, com apenas 115 votos.

Durante a campanha as agendas semanais chamaram atenção. Entre alguns compromissos estavam: 8h - café da manhã com a Associação dos Cornos do Sétimo Dia; 9h - visita a um empresário abandonado pela mulher; 10h30 - debate no CCC, Comitê das Chifreiras Comunistas; 14h - carreata "Arrasta Corno" pelo Plano Palumbo.

Com o lema "mais vale um par de chifres na testa do que um jovem perder a cabeça nas drogas". Ele sabia que a campanha eleitoral seria difícil, porém imaginava que "de chifre em chifre eu chegava lá", disse.

Para Cornelson faltou apoio do partido e um entendimento da população sobre sua alcunha. "Esse apelido foi uma forma de marketing. Simbolizava o trabalhador operário sendo traído pelos políticos. Por isso o capacete com chifres. Não tive retorno do meu partido, nem da comunidade".

Silva não pretende desistir da política, garantiu que seguirá concorrendo, mas com outro apelido. "Cornelson nunca mais. Não deu certo".


Redação Terra