Maceió

Domingo, 5 de outubro de 2008, 19h47 Atualizada às 01h23

Cícero Almeida é reeleito prefeito de Maceió

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Cícero Almeida (PP) foi à sede do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL)
Cícero Almeida (PP) foi à sede do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL)
Bruno Soriano/Especial para Terra

Cícero Almeida conseguiu a reeleição em Maceió (AL). O candidato progressista aparece com 81,49% dos votos válidos. Na segunda colocação, ficou o petista Judson Cabral, com 10,69%.

Solange Jurema (PSDB) teve 6,07% e Mário Agra (Psol), 1,5%. Manoel de Assis (PSTU) teve 0,25% dos votos válidos. O índice de abstenção na capital alagoana foi de 15,14%, de acordo com dados parciais da Justiça Eleitoral. Votaram em branco 2,90% dos eleitores e outros 5,1% anularam o voto para prefeito.

Almeida, que tem como vice na chapa a empresária Lourdinha Lyra (PR), teve uma campanha marcada pelo apoio maciço do PP e de lideranças de outros 15 partidos (DEM - PCdoB - PSL - PMN - PTB - PV - PTdoB - PR - PTN - PRB - PRTB - PTC - PRP - PSDC - PHS).

Durante toda a campanha, o prefeito se manteve em primeiro lugar, isolado dos demais candidatos. Na primeira pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), divulgada em 2 de setembro, o candidato do PP já tinha 80% das intenções de votos.

Sua administração, porém, foi alvo de críticas da candidata tucana, que teve o apoio do governador Teotônio Vilela Filho (PSDB). A candidata Solange Jerema criticou a "inaptidão" da prefeitura em repassar as verbas do governo federal para os programas de assistência social.

Em segundo lugar estava o deputado estadual Judson Cabral (PT), com 5%, e em terceiro Solange Jurema (PSDB), com 3%. Na segunda pesquisa, ocorrida entre 13 e 15 de setembro, Almeida subiu para 81%, das intenções de voto, permanecendo isolado da candidata tucana, que subiu para 6%, e do candidato Judson Cabral (PT), que manteve os 5%.

Outros quatro nomes concorreram à prefeitura de Maceió: Mário Agra (Psol), Judson Cabral (PT), Solange Cabral (PSDB) e Manoel de Assis (PSTU).


Redação Terra